
Soneto do Meu amor Perdido
Queria poder sentir em tua boca
O doce néctar que me purifica a alma
Que me insulta o corpo e me tira a calma
Trasnsformando-me de forma doce e inprudentemente louca.
Jamais quis sentir tal fome por ti
Oh, cruel e insensível vontade!
Que ao querer-te longe, cada vez mais estás aqui
Corroendo-me os sentidos con tanta maldade.
Mas meus desejos estão aquém, deveras
Do meu corpo e meus sentidos não precisas mais
Meu desgosto e minha tristeza são tais
Que morro por dentro a cada instante
Que fico chorando com prando incessante
Porque sei que nunca te tive e mesmo assim, te perdera.
(Marcela Conor)